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Controle de obrigações

A gestão de tesouraria é indispensável para o sucesso de um negócio. Afinal, as atividades desenvolvidas nesse setor permitem que os recursos sejam direcionados para cobrir todas as despesas e os compromissos, mantendo a saúde financeira da empresa — especialmente em médias e grandes companhias.

Para realizar esse processo, vale a pena recorrer ao uso da tecnologia. No entanto, é preciso utilizar as ferramentas corretas, como um sistema de gerenciamento robusto.

Quer entender melhor sobre essa solução e descobrir como escolher o sistema mais adequado? Continue a leitura e descubra!

O que é e como funciona um TMS?

Sigla para treasury management systems, o TMS compreende todos os sistemas voltados para a gestão de tesouraria. Portanto, ele é uma ferramenta que ajuda a cuidar do setor financeiro de uma empresa, considerando suas necessidades e seus desafios específicos.

Em geral, essa solução funciona com base em elementos como a automação e a integração de dados. Assim, é possível gerenciar o fluxo de caixa e as movimentações financeiras diárias, por exemplo.

O TMS também é uma forma de compreender as obrigações financeiras diversas, seus vencimentos e outras informações pertinentes à gestão financeira das empresas.

Quais as vantagens do TMS na gestão de tesouraria?

Como você viu, o TMS pode ser implementado na gestão de tesouraria do negócio, trazendo automação aos processos. Porém, é importante saber quais podem ser os outros pontos positivos de recorrer a essa solução tecnológica.

A seguir, você saberá quais são os principais benefícios de contar com um TMS para apoiar suas operações de tesouraria.

Veja!

Maior produtividade e eficiência

Um dos pontos mais importantes sobre o uso do TMS inclui a entrega de resultados. Com a automação promovida pelo sistema, é possível eliminar tarefas repetitivas, como a entrada e a análise manual de dados.

Se houver integração com outros sistemas, é ainda mais fácil criar um fluxo de dados. Isso ajuda a diminuir os erros, já que há menos atuação humana nos gargalos dos processos — como na entrada de informações. Logo, há uma redução dos retrabalhos, e as informações ficam mais confiáveis.

Além disso, a tecnologia é útil para executar as atividades com mais agilidade. Assim, a tomada de decisão se torna mais dinâmica. No caso de médias e grandes empresas, isso é essencial para processar os dados com máxima eficiência e mais produtividade.

Aumento da visibilidade sobre os dados

Outro ponto positivo de usar um sistema de gerenciamento de tesouraria está relacionado à visibilidade de informações. O sistema centralizado permite reunir todas as informações pertinentes em um só ambiente, o que auxilia a identificação dos gargalos e oportunidades de melhoria.

O aumento de visibilidade também é útil para as operações financeiras, como a manutenção ou composição do capital de giro e cumprimento de obrigações financeiras. Assim, é mais fácil evitar que movimentações relevantes sejam desconsideradas do planejamento financeiro, por exemplo.

Fortalecimento do controle financeiro

Usando um bom TMS é possível ter mais controle sobre as finanças, sendo viável gerenciar as entradas e saídas financeiras até em uma base diária. Desse modo, é mais fácil entender os resultados da companhia, fazer projeções sobre o desempenho e controlar o fluxo de caixa.

Além disso, há como controlar e acompanhar os vencimentos com mais facilidade, evitando atrasos e outros problemas. Logo, a gestão pode tomar decisões mais eficientes e adequadas para a empresa.

Potencialização de resultados positivos

No geral, a gestão de tesouraria se torna melhor com o uso de um TMS, o que favorece o alcance de resultados positivos. Existe a chance, por exemplo, de mitigar os riscos financeiros do negócio. Assim, é possível manter a gestão financeira sob controle e potencializar a saúde da companhia.

Além disso, um gerenciamento de tesouraria efetivo pode ampliar os lucros. Afinal, há mais eficiência no cumprimento das obrigações financeiras e uma probabilidade maior de que recursos fiquem disponíveis para aumentar a lucratividade.

Como escolher o melhor sistema de gestão de tesouraria?

Agora que você sabe qual é a importância de um TMS, é essencial saber como selecionar a solução ideal para a empresa. Nesse sentido, existem alguns critérios que exigem mais atenção na análise.

Continue a leitura e aprenda como selecionar o melhor sistema de gestão de tesouraria!

Confira quais são as funcionalidades oferecidas

O primeiro aspecto inclui a análise das funções disponíveis. É interessante ter um TMS com diferentes ferramentas, mas é ainda mais relevante que elas sejam adequadas às operações da sua tesouraria.

Então vale a pena mapear os processos, entender as necessidades do setor e conferir se as funcionalidades do TMS atendem às demandas. Entre os recursos mais importantes, estão:

  • gestão de dívida e caixa;
  • acompanhamento operacional;
  • gestão de riscos;
  • auditoria e estruturação contábil, entre outros pontos.
  • Análise a capacidade de integração

Também é importante verificar se o TMS pode se integrar a outros sistemas e ferramentas de dados. Graças a essa característica, é possível criar um fluxo de dados produtivo e que favoreça a centralização de informações.

Para tornar o processo mais simples, o ideal é que a integração ocorra via APIs. Dessa forma, não será preciso se preocupar com a entrada de determinados dados, o que tornará o sistema mais eficiente.

Verifique o nível de segurança do TMS

Para evitar problemas futuros, é indispensável que o sistema de gestão de tesouraria garanta máxima segurança. Isso significa, por exemplo, uma gestão aderente à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

Você também deve verificar se o sistema oferecerá dados confiáveis, atualizados e integrados. Dessa maneira, é viável usar a ferramenta como um recurso de inteligência e, ao mesmo tempo, ter a certeza sobre a proteção das informações.

Conheça a qualidade do suporte

Além das características de automação, é fundamental que o TMS conte com um suporte qualificado. Assim, é possível facilitar a implementação da ferramenta, bem como garantir um uso adequado no cotidiano do negócio.

Com o apoio qualificado, sua empresa também terá ajuda se houver algum tipo de problema, dúvida ou demanda operacional. Assim, otimiza-se o uso da ferramenta.

Depois de conhecer essas características, saiba que nós, da Laqus, oferecemos a ferramenta que atende a todos esses requisitos. Com o Monitor, a gestão de tesouraria do seu negócio ocorrerá de modo ágil, centralizado, seguro e automatizado. Além disso, sua empresa contará com a nossa assessoria personalizada e qualificada.

Como você viu, contratar um sistema de gestão de tesouraria favorece o controle das operações financeiras e a tomada de decisão de médios e grandes empreendimentos. Para aproveitar todos os benefícios, é fundamental escolher um TMS de qualidade e com múltiplas funcionalidades.

Quer otimizar a gestão da sua tesouraria? Fale conosco da Laqus e conheça o Monitor, o nosso software de automação!

Reduzir ou, até mesmo, eliminar os erros nos resultados contábeis é fundamental para manter a saúde financeira de um negócio. Nesse sentido, o hedge accounting é um instrumento que pode ser utilizado pela gestão da empresa.

Contudo, para que o mecanismo de proteção tenha os efeitos desejados, é importante aprofundar seu conhecimento sobre o tema. Assim, fica mais fácil compreender a função desse instrumento e sua aplicabilidade na rotina empresarial.

Neste artigo, você entenderá o que é hedge accounting e como aplicar essa estratégia na sua empresa. Continue a leitura e saiba mais!

O que significa hedge?

Para compreender melhor o assunto, é preciso entender o que o termo hedge significa. O conceito remete à proteção. Na prática, ele funciona como uma transação compensatória, que visa proteger uma pessoa física ou jurídica contra possíveis prejuízos relacionados às variações de preços.

O termo está historicamente relacionado às incertezas que produtores rurais têm com o preço de suas safras. Afinal, uma pessoa que trabalha com commodities — como café ou soja — está constantemente exposta às oscilações de preço dos seus produtos.

Assim, no período de plantio não é possível ter certeza sobre qual será o preço do produto no momento da venda. Essa possibilidade de variação na cotação no futuro torna a produção mais arriscada. Os mecanismos de hedge foram criados para evitar esse problema.

Portanto, embora o termo seja bastante utilizado no mercado financeiro, ele pode estar relacionado também ao âmbito empresarial.

O que é hedge accounting?

Após aprender o que hedge significa de maneira geral, é hora de entender como ele é aplicado nas empresas. Todas as atividades realizadas na companhia precisam ter um controle dos ativos e passivos.

Isso envolve assumir compromissos e realizar transações e investimentos. Logo, esses movimentos estão passíveis a riscos comuns de mercado, associados a questões como:

  • variações de preços;
  • juros;
  • taxas cambiais;
  • avaliações de créditos;
  • entre outras.

Nesse sentido, o hedge accounting visa proteger a empresa desses riscos. Para tanto, são utilizados instrumentos financeiros que podem compensar alterações e variáveis diversas do mercado.

A estratégia ainda é pouco utilizada no Brasil, mas já apresenta impactos significativos no mercado empresarial estrangeiro. Por isso, conhecer o tema pode ser um diferencial importante para empresas que querem crescer e se destacar da concorrência.

Como o instrumento funciona?

Como você viu, o hedge accounting funciona de forma a reduzir o risco de exposição de uma empresa. Nem todos os instrumentos de hedge são adequados ao âmbito empresarial, mas as operações desse tipo podem ser classificadas em:

  • hedge de valor justo: refere-se à proteção contra mudanças no preço de ativos, passivos ou de compromissos não reconhecidos contabilmente;
  • hedge de fluxo de caixa: trata-se da aplicação da estratégia visando proteger a empresa contra variações de fluxo de caixa relacionadas a riscos ligados ao ativo, passivo ou transações que possam prejudicar o resultado;
  • hedge de investimento líquido: utilizado em operações estrangeiras de risco.

Em qual princípio o hedge accounting se baseia?

Agora que você sabe o que é e como funciona o hedge accounting, é necessário entender que ele se baseia no princípio de confronto das receitas e das despesas. O processo define o momento em que a receita é utilizada para compor o resultado do exercício social.

Da mesma forma, o princípio determina que a despesa requerida para a obtenção daquela receita também seja confrontada na apuração do resultado. Assim, ao relacionar as despesas com as receitas, o resultado apurado poderá refletir o mais próximo possível a realidade da empresa.

Por que utilizar hedge accounting?

Compreender a relevância do hedge accounting também ajuda saber por que utilizar essa estratégia na sua empresa. Ao implementar o mecanismo, é possível corrigir ou melhorar os resultados contábeis do negócio.

Dessa forma, o instrumento se torna eficiente e possibilita que as empresas otimizem e mantenham uma constância nos seus resultados contábeis. Ainda que não seja uma estratégia tão difundida no país, a tendência é o mercado conhecer e buscar as soluções trazidas por ela.

Assim, a contabilidade passa a ter uma posição estratégica nas companhias, garantindo melhora nos resultados, proteção dos investimentos e segurança em relação aos riscos financeiros inerentes a quaisquer atividades empresariais.

Como aplicar hedge accounting na empresa?

Ficou interessado em utilizar hedge accounting na sua empresa? Então é preciso saber como aplicar a estratégia no seu negócio. Nesse sentido, existem algumas dicas que você pode seguir.

Confira:

Identifique o foco do hedge

A implementação da estratégia começa com a identificação dos tipos de operações que a empresa realiza. Para isso, é preciso entender qual classificação de hedge será utilizada (hedge de valor justo, hedge de fluxo de caixa ou hedge de investimento líquido).

Entenda os riscos incidentes

Identificar a natureza dos riscos envolvidos na empresa é outro passo importante para a aplicação do hedge accounting. Assim, após identificar quais operações de hedge são realizáveis pela companhia, é preciso mensurar quais riscos podem interferir nelas. Com isso, é viável buscar alternativas para mitigá-los.

Defina o instrumento de hedge

Após a análise de riscos, é necessário identificar o instrumento derivativo ou não derivativo que fará a cobertura dos riscos identificados. Entre as possibilidades, está o uso de NDF (non deliverable forward), swap e contratos futuros. Estratégias combinadas também podem ser utilizadas.

Demonstre a eficácia da estratégia

Como você aprendeu, existem diversas etapas que devem ser executadas para aumentar a eficácia da estratégia de hedge. No entanto, além de escolher o melhor instrumento para mitigar os riscos da empresa, é preciso analisar se ele é aceito pela normatização contábil.

Somente assim o instrumento poderá ser utilizado no hedge accounting. Para garantir essa eficiência, também é necessário fazer avaliações periódicas.

Documente a estratégia

Todas as etapas executadas ao longo da estratégia devem ser documentadas. O registro deve incluir o foco do hedge, os tipos de riscos, os objetivos da estratégia e a metodologia utilizada para mensurar a sua efetividade. O Monitor da Laqus, pode ajudar a sua empresa nos testes de efetividade e memorando para auditoria depois de aplicado.

Agora você conhece a estratégia de hedge accounting e sabe que é necessário seguir alguns passos para colocá-la em prática. Nesse sentido, compreender as características desse recurso contábil é o primeiro passo para aplicá-lo de maneira acertada, reduzindo os riscos e a volatilidade nos resultados financeiros do negócio.

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