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O cenário das distribuições de Notas Comerciais no mercado financeiro é marcado pela distinção entre distribuições privadas e públicas, cada uma com suas particularidades e implicações. Enquanto as distribuições privadas oferecem uma alternativa ágil e eficiente, substituindo títulos como a Cédula de Crédito Bancário (CCB) e contratos de mútuos em operações de crédito, as ofertas públicas abrem espaço para flexibilidade e desenvolvimento no mercado de capitais.

Neste contexto, a regulação e operacionalização das Notas Comerciais desempenham papéis fundamentais, moldando as práticas do setor, assim como regras relativas à aquisição as, resgates e execução desses títulos.

Vamos aprofundar a compreensão dessas duas vertentes das distribuições de Notas Comerciais, proporcionando um panorama abrangente das características e regras que regem esse mercado.

Distribuições privadas e públicas

Distribuições privadas

O art. 51 da Lei nº 14.195/2021 já define a possibilidade da distribuição privada de Notas Comerciais, além da distribuição pública. Por ser um título escritural e ter emissão menos burocrática, a Nota Comercial privada é uma alternativa simples e mais segura para substituir a Cédula de Crédito Bancário (CCB) ou contratos de mútuos (intercompany) em operações de crédito, além da eficiência fiscal.

Ofertas públicas

As Notas Comerciais têm normas mais flexíveis do que outros instrumentos, como as debêntures. De acordo com esclarecimentos da CVM sobre operacionalização de ofertas públicas, a flexibilidade é entendida como um incentivo ao desenvolvimento do mercado de capitais.

Regulação

As ofertas de Notas Comerciais devem atender às regras aplicáveis às ofertas públicas de valores mobiliários similares (Nova resolução CVM 160). Não é prevista uma aplicação subsidiária da Lei 6.404 (que rege as debêntures), com apenas uma exceção à convocação e ao funcionamento das assembleias, em que a aplicação subsidiária é prevista de modo expresso.

Operacionalização

A lei não impõe a participação do agente fiduciário nas ofertas de Notas Comerciais, embora seja uma prática comum do mercado. A CVM informou que, com o andamento das ofertas, poderá futuramente determinar a contratação do agente fiduciário, caso considere necessário ampliar a proteção aos investidores.

A formalização do termo de emissão da Nota Comercial pode ser realizada após a precificação. Também não é necessário o aditamento do termo após o bookbuilding, processo onde a empresa avalia o interesse do mercado financeiro pelos seus ativos, como ocorre com as debêntures.

Aquisição

O emissor pode adquirir Notas Comerciais no mercado secundário por preço acima do valor nominal atualizado, pois não há necessidade de atender aos procedimentos previstos na Resolução CVM 77, que revogou a Instrução CVM 620 (cuja aplicação é restrita à aquisição de ações e debêntures).

Resgastes

O investidor poderá realizar o resgate igualitário e sucessivo da Nota Comercial. Não está previsto o resgate via sorteio, conforme acontece com as debêntures, tampouco o resgate com deságio ou prêmio negativo.

Execução

A Nota Comercial é um título extrajudicial, conforme dispõe o art. 48 da Lei nº 14.195/2021 e pode ser executado independentemente de protesto. Para tanto, basta ter a certidão emitida pelo depositário central, quando o título for objeto de depósito centralizado.

O título poderá ser considerado vencido em razão de inadimplemento de obrigação estabelecida no seu termo de emissão.

Fato é que a Nota Comercial, há muito tempo utilizada no mercado de capitais norte-americano, continua avançando em terras brasileiras. Por isso, quem trabalha junto ao mercado de capitais deve saber todos os detalhes sobre este potente instrumento.

Laqus Fast Track: Uma solução ágil para emitir Notas Comerciais

O Laqus Fast Track é uma ferramenta poderosa para empresas que desejam emitir Notas Comerciais com facilidade e em conformidade com órgãos reguladores. Com uma variedade de recursos e soluções, o Laqus Fast Track NC ® oferece um pacote completo para estruturar, emitir e gerenciar Notas Comerciais.

Um dos recursos mais destacados é a disponibilização de um modelo padrão para estruturar Notas Comerciais. Este modelo inclui vários modelos de garantias e fluxos de pagamento, tornando fácil para as empresas personalizarem suas emissões de acordo com suas necessidades.

O Laqus Fast Track também é único no mercado que oferece operações em conformidade com a Resolução CVM 175, 555 e BC 4593, com uma integração direta operações em uma central depositária de valores mobiliários. Isso garante que as empresas possam emitir Notas Comerciais com segurança, sabendo que estão cumprindo todos os requisitos regulatórios.

Outra característica importante é a opção whitelabel, que permite que as empresas emitam notas rapidamente e de forma eficiente. A plataforma também oferece integração via API Restfull, facilitando a integração da plataforma aos fluxos de trabalho existentes das empresas.

O fluxo operacional simplificado da plataforma é outra grande vantagem, com a integração de todos os participantes necessários otimizada para facilidade de uso. Além disso, o depósito do valor mobiliário em uma depositária central, como é o caso da Laqus, oferece a capacidade de negociar no mercado secundário, com transferência fácil de propriedade, além da dispensa do registro.

O Laqus Fast Track também oferece o cálculo irrestrito de indexadores e correções monetárias, além do controle e cálculo do saldo devedor e PU (Accrual e MTM). A plataforma também facilita a comunicação dos valores a serem pagos.

Por fim, a plataforma oferece uma variedade de opções de integração, desde APIs até soluções personalizadas adaptadas às necessidades do cliente. Com fluxos irrestritos de juros e amortização, bem como a possibilidade de resgate antecipado, ofertas de recompra, e amortização extraordinária, o Laqus Fast Track NC ® é uma solução completa para empresas que desejam emitir Notas Comerciais com facilidade e conformidade.

Agora que você já sabe as principais vantagens da Nota Comercial e como a Laqus facilita a emissão e gestão de operações financeiras no mercado de capitais, considere agendar uma avaliação sobre como reduzir custos fiscais e operacionais na sua instituição financeira ou empresa.

Em conversas promovidas por gestores de FIDCs e outras modalidades de fundos de investimentos, é possível entender que, como a Nota Comercial é um instrumento que foi regulamentado recentemente, em agosto de 2021, ainda existe certo desconhecimento sobre as potencialidades deste título escritural. Há um tempo de amadurecimento do mercado financeiro para assimilar as novidades, mas em tempos de grande fluxo informacional, não se pode perder tempo.

Inclusive, em casos recentes, uma modalidade de Nota Comercial começou a ser operada: a conversível em quotas societárias. O que muda em relação à Nota Comercial comum é que há um contrato de investimento na forma de dívida conversível, no qual o investidor aporta dinheiro na empresa investida e recebe, em contrapartida, o direito a uma quota definida na participação societária da empresa, respeitando prazo e/ou condição.

Nesse modelo de Nota Comercial conversível em quotas societárias, é possível emprestar dinheiro para companhias que estão começando, como startups. O investidor fica de fora do quadro social da startup e figura como credor da empresa, tecnicamente. A operação estipula momentos no futuro em que o credor da dívida entrará para o quadro societário.

A proteção do investidor é uma das vantagens do instrumento, pois ele não ingressa imediatamente na sociedade, adiando esse momento até que algumas etapas já tenham sido vencidas pela empresa. Ou seja, é possível entrar na empresa se ela estiver crescendo e performando bem.

Fato é que a Nota Comercial, há muito tempo utilizada no mercado de capitais norte-americano, avança cada vez mais em terras brasileiras. Prova disso é o interesse de FIDCs. Mas o potencial de uso pode ser muito maior. Por isso, quem trabalha junto ao mercado de capitais deve entender a grandeza e versatilidade deste potente instrumento.

Vantagens para instituições financeiras

A emissão de Nota Comercial traz diversas vantagens para empresas (S/A, LTDA e Cooperativas) e para instituições financeiras como bancos, fundos e gestoras de investimento, além de factorings e securitizadoras. Com base em suas características, a Nota Comercial é uma opção atrativa para esses investidores.

Uma das principais vantagens é a aceitação da Nota Comercial como garantia para as novas Linhas Financeiras de Liquidez, conforme a Resolução nº 110 de julho de 2021 do Banco Central do Brasil, o que é especialmente importante para bancos.

Além disso, o instrumento permite a constituição, a alteração e a desconstituição de ônus e gravames, o que é útil para diversas operações financeiras. Ainda, ela também pode ser utilizada como lastro para operações compromissadas, o que é uma opção interessante para investidores que buscam diversificar suas fontes de funding.

Veja aqui o infográfico de como funciona a emissão de Nota Comercial na Laqus.

Outra vantagem da Nota Comercial é a possibilidade de a instituição negociar em mercado secundário de balcão não organizado, o que aumenta a liquidez desses títulos.

Vale considerar que este instrumento também pode servir de lastro para CRA, CRI, CR e Debênture, o que amplia as possibilidades de investimento desses títulos de renda fixa, podendo compor a diversificação de carteiras de fundos e gestoras de investimento, o que é importante para investidores que buscam uma gestão de risco mais eficiente.

Em resumo, a emissão de Nota Comercial é uma opção atrativa para instituições financeiras que buscam diversificar suas fontes de funding, ampliar suas possibilidades de investimento e gerir seus riscos de forma mais eficiente.

No Brasil, a emissão desburocratizada de Notas Comerciais estimulou o mercado financeiro e de capitais. Em fevereiro de 2022, elas movimentaram R$ 5,16 bilhões. Entre os motivos que ajudam a explicar o interesse nesse tipo de título está a possibilidade de economizar. No geral, as taxas pagas aos investidores são menores que os custos de empréstimos e financiamentos. Logo, a estratégia ajuda a reduzir o endividamento das empresas.

As Notas Comerciais também se destacam pela versatilidade sobre o uso dos recursos. O dinheiro captado pode servir para compor capital de giro, alongar dívidas, reestruturar o negócio e outros objetivos.

No caso das instituições financeiras, como bancos ou fundos de investimentos, principalmente os FIDCs, a Nota Comercial torna-se um instrumento para operações mais baratas, por conta da redução do custo da operação pelo IOF Crédito isento, bem como a possibilidade de livre negociação no mercado secundário, desde que depositado em central depositária de valores mobiliários, como o caso da Laqus.

A Lei nº 14.195, de 26 de agosto de 2021, publicada no Diário Oficial da União de 27 de agosto de 2021, regulamentou a Nota Comercial, destacando um novo instrumento de crédito, antes dentro do guarda-chuva da nota promissória, prevista desde 2001 na Lei nº 6.385 que dispõe sobre o mercado de valores mobiliários e cria a Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Por definição da nova Lei, trata-se de um valor mobiliário que garante alíquota zero para o IOF de crédito. Ainda, é um título de livre negociação e que pode ser conversível em quotas. A emissão é feita exclusivamente sob a forma escritural, ou seja, eletrônica, por meio de instituições autorizadas pela CVM.

Sendo uma solução moderna, a Nota Comercial estabelece relação direta entre a empresa emissora e os investidores e pode conter ou não garantias, sejam reais ou fidejussórias.

Mas, afinal, quem pode emitir Nota Comercial?

As sociedades anônimas, sociedades limitadas e as sociedades cooperativas estão autorizadas a emitir a Nota Comercial. Importante ressaltar que compete aos órgãos de administração, quando houver, ou do administrador da companhia emissora (considerando as disposições do respectivo ato constitutivo) deliberar sobre a Nota Comercial.

Principais destaques do instrumento

  • Alíquota em 0% de IOF de Crédito
  • Distribuição privada ou pública
  • Possibilidade de conversão em participação em quotas de empresas limitadas
  • Simples e moderno, sem cartório
  • Títulos extrajudiciais, que não dependem de processo judicial para reconhecimento de dívida

Características técnicas

Conforme tipificado no art. 47 da Lei nº 14.195/2021 o título deverá, obrigatoriamente, conter os seguintes requisitos:

  • Denominação “Nota Comercial”
  • Data e as condições de vencimento e a taxa de juros, que poderá ser fixa ou flutuante, admitida a capitalização
  • Local de pagamento, além de local e a data de emissão
  • Nome ou razão social da companhia emissora
  • Quantidade e valor nominal unitário

A depender do caso, também deverão constar:

  • Aditamentos e retificações
  • Cláusula de correção por índice de preço
  • Cláusula de pagamento de amortização e de rendimentos
  • Descrição da garantia real ou fidejussória
  • Número da emissão e a divisão em séries

Nos casos de Notas Comerciais de uma mesma série, estas deverão ter igual valor nominal e conferirão aos seus titulares os mesmos direitos.

É importante ressaltar que possíveis alterações das características do título, previstas no Termo Constitutivo de Nota Comercial, que venham a acontecer, dependerão da aprovação da maioria simples dos titulares, em assembleia, onde se aplicarão as disposições referentes às assembleias de debenturistas, conforme previsto na Lei nº 6.404 de 15 de dezembro de 1976.

A tokenização de notas comerciais é uma inovação que está transformando o mercado financeiro, oferecendo uma abordagem mais eficiente e transparente para a emissão, negociação e liquidação de títulos financeiros, em especial, valores mobiliários regulados pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

As notas comerciais, também conhecidas como Commercial Paper (CP), são títulos de dívida emitidos por empresas e investidores, e que ficaram mais populares pela praticidade para emissão, menos burocrática do que as debêntures, por exemplo.

Afinal, o que é a tokenização de notas comerciais?

A tokenização de notas comerciais envolve a representação digital de uma nota comercial tradicional em um formato baseado em blockchain. Cada nota comercial é convertida em um token digital, que é registrado e rastreado em um registro distribuído, tornando as informações sobre a nota comercial acessíveis e transparentes para todas as partes envolvidas. A principal diferença entre uma nota comercial tokenizada e uma nota comercial convencional é que os tokens podem ser facilmente negociados e transferidos eletronicamente, reduzindo a necessidade de intermediários e acelerando o processo de liquidação.

Benefícios da Tokenização de Notas Comerciais

Além dos benefícios originas da Nota Comercial, como a isenção de IOF Crédito na operação, bem como a possibilidade de negociação em mercado secundário, é possível pontuar outros benefícios, como:

  • Redução de custos: A tokenização elimina muitos dos intermediários envolvidos no processo tradicional de emissão e negociação de notas comerciais. Isso resulta em custos reduzidos, pois menos taxas e comissões são pagas a bancos, corretoras e outras instituições financeiras.
  • Maior liquidez: A capacidade de negociar tokens de notas comerciais em mercados secundários facilita a compra e venda desses ativos, aumentando a liquidez do mercado. Isso é especialmente vantajoso para investidores que desejam sair de suas posições antes do vencimento da nota.
  • Transparência e Rastreabilidade: A tecnologia blockchain oferece um registro distribuído e imutável de todas as transações, garantindo transparência e rastreabilidade de todas as notas comerciais tokenizadas. Isso ajuda a reduzir fraudes e melhora a confiança dos investidores.
  • Acesso global: A tokenização permite que investidores de todo o mundo participem do mercado de notas comerciais, ampliando a base de investidores e aumentando a competição.
  • Eficiência operacional: A automação proporcionada pela tokenização reduz a necessidade de processos manuais demorados, acelerando o tempo de emissão e liquidação de notas comerciais.
  • Padronização: A tokenização pode levar a uma maior padronização nos processos de emissão e negociação de notas comerciais, simplificando a conformidade regulatória e os procedimentos de due diligence.

Com a Nota Comercial, você diversifica seu portfólio e pode ter ainda mais rentabilidade! Faça uma simulação com um especialista e confira.

Desafios e Regulação

Apesar dos benefícios da tokenização de notas comerciais, existem desafios a serem superados. A regulamentação em torno da tokenização de ativos financeiros ainda está evoluindo em muitas jurisdições. Questões relacionadas à segurança cibernética, custódia de ativos digitais e conformidade regulatória precisam ser abordadas para garantir um ambiente seguro e transparente para os participantes do mercado.

Qual o passo a passo para tokenização de notas comerciais?

A tokenização de notas comerciais envolve a conversão de uma nota comercial tradicional em um ativo digital representado por tokens em uma plataforma blockchain. O processo pode variar dependendo da plataforma e da infraestrutura utilizada, mas aqui está um passo a passo geral para a tokenização de notas comerciais:

Passo 1: Preparação e Due Diligence

Antes de iniciar o processo de tokenização, a empresa emissora da nota comercial deve realizar uma due diligence completa. Isso inclui a verificação de todos os detalhes da nota comercial, como seu valor nominal, data de vencimento, taxa de juros e outros termos e condições relevantes. Além disso, é importante garantir que a empresa esteja em conformidade com todas as regulamentações aplicáveis.

Passo 2: Emissão dos Tokens

Uma vez escolhida a plataforma blockchain, a empresa emissora trabalha com desenvolvedores de blockchain ou fornecedores de serviços de tokenização para criar os tokens que representam as notas comerciais. Esses tokens são normalmente chamados de “security tokens” (tokens de segurança) devido à sua natureza financeira.

Passo 3: Registros e Documentação

Toda a documentação relevante associada à nota comercial, como contratos, acordos e termos e condições, deve ser registrada na plataforma blockchain. Isso garante que todas as informações pertinentes estejam disponíveis de forma transparente e segura.

Passo 4: Distribuição inicial dos Tokens

Após a criação dos tokens de segurança e o registro de documentos, a empresa emissora pode iniciar a distribuição inicial dos tokens aos investidores. Isso pode ser feito por meio de uma oferta inicial de tokens (Initial Token Offering – ITO) ou por outros métodos de distribuição aprovados.

Passo 5: Negociação no mercado secundário

Os tokens de segurança podem ser negociados em plataformas de mercado secundário compatíveis com a plataforma blockchain escolhida. Isso permite que os investidores comprem e vendam as notas comerciais tokenizadas de acordo com suas preferências.

Passo 6: Liquidação e Vencimento

Quando a nota comercial atinge sua data de vencimento, a plataforma blockchain pode ser programada para liquidar automaticamente os tokens, transferindo os fundos para os investidores de acordo com os termos e condições da nota comercial.

Passo 7: Conformidade regulatória

É fundamental garantir que todo o processo de tokenização esteja em conformidade com as regulamentações financeiras e de valores mobiliários aplicáveis. Isso pode envolver a obtenção de aprovações regulatórias, dependendo da jurisdição e do tipo de nota comercial.

Passo 8: Manutenção e Relatórios

Após a tokenização, a empresa emissora deve manter registros precisos e atualizados na plataforma blockchain e fornecer relatórios regulares aos investidores e às autoridades regulatórias, conforme exigido pelas regulamentações aplicáveis.

Passo 9: Monitoramento contínuo

O processo de tokenização não termina com a emissão inicial dos tokens. É importante monitorar continuamente a atividade na plataforma blockchain e garantir que todos os aspectos da nota comercial tokenizada estejam funcionando conforme o planejado.

É essencial observar que a tokenização de notas comerciais pode ser um processo complexo, e as empresas emissoras devem considerar cuidadosamente todos os aspectos técnicos, legais e regulatórios envolvidos. A consulta a especialistas em tokenização e regulamentação financeira é altamente recomendada para garantir que todas as etapas sejam concluídas de forma eficaz e em conformidade com as leis e regulamentações aplicáveis.

Conclusão

A tokenização de notas comerciais representa uma evolução significativa no mercado financeiro, oferecendo maior eficiência, transparência e acesso global. Embora existam desafios a serem enfrentados, a tendência é que a tokenização continue a ganhar aceitação e se torne uma parte integral do mercado de títulos de curto prazo. À medida que a tecnologia e a regulamentação evoluem, os investidores e emissores podem esperar colher os benefícios dessa transformação digital. A tokenização está definida para revolucionar a maneira como as notas comerciais são emitidas, negociadas e liquidadas, moldando o futuro do mercado financeiro.

Materiais complementares:

#9 Tokenfi | Tokenização de notas comerciais

Tokenização de ativos: o que é e por que é importante entender esse processo?

Tokenização, uma aliada de milhões

Se você não frequenta bares da região da Faria Lima, é provável que nunca tenha ouvido falar sobre o tamanho do mercado americano de Commercial Paper. São quase US$ 2 trilhões de carteira e até o Fed (Federal Reserve), o banco central americano, é participante ativo, comprando e vendendo esses títulos. Mas por que ele é tão grande?

Simples: por lá, as empresas usam a nota comercial como um instrumento muito eficaz de captação de recursos de curto prazo, essencialmente capital de giro, o que por si só já representa um grande volume. Porém, some-se a isso a grande oferta de dinheiro (equivalente à liquidez) por Money Market Funds e temos o papel trocando de mãos rapidamente, o que gera uma dinâmica de financiamento via mercado de capitais para a economia real.

Elementos do mercado americano de capitais, mais desenvolvido do que o nosso, apontam para o enorme potencial em nossas mãos agora. Em agosto de 2021, foi aprovada a Lei 14.195, que regula a Nota Comercial, equiparável ao Commercial Paper. Daí o exemplo, justamente por poder dar a flexibilidade que a empresa precisava somada à segurança jurídica que faltava ao investidor para que este mercado decolasse no Brasil.

Entre os principais benefícios para as empresas em relação ao crédito por meio de instrumentos bancários, como a CCB, está a eficiência do IOF de Crédito. Só aqui já há uma economia de cerca de 2%.

Além da eficiência financeira, temos a maior celeridade e a menor burocracia necessária para uma emissão do que debêntures e pode ser emitida por sociedade limitada ou anônima. É um tipo de título que qualquer FIDC ou mesmo bancos deveriam usar desde já no lugar das CCB, por exemplo, tanto pelo custo quanto pela condição de liquidez.

Um mercado que movimenta mais de US$ 1 trilhão por ano

Compreender o cenário dos Commercial Papers envolve entender também a sua história, que remete ao século XIX. Foi nessa época em que as primeiras Notas Comerciais foram criadas nos Estados Unidos.

O objetivo era funcionar como uma alternativa substituta aos empréstimos bancários, o que ajudou a fomentar o desempenho das empresas.

Além disso, até a década de 1950, praticamente todo o mercado de Notas Comerciais estava concentrado nos Estados Unidos. Foi a partir do fim da Segunda Guerra Mundial que esse título se popularizou em outros mercados.

Em 1960, a primeira Nota Comercial foi emitida no Brasil. No entanto, ainda faltavam mecanismos de controle e regulamentação, bem como regras específicas. Ao longo dos anos, outras regras foram desenvolvidas para criar as condições necessárias para esse setor.

Essa trajetória ajuda a explicar por que as Notas Comerciais estão consolidadas nos EUA. Como referência, em abril de 2021 o mercado era de 1,1 trilhão de dólares, em média.

Crescimento de 35,2% nas emissões no Brasil

De acordo com a ANBIMA, no primeiro trimestre de 2023, as emissões no mercado de capitais atingiram o marco de R$ 23,6 bilhões superando o ano anterior em 51%. 26 ofertas foram realizadas pelo rito de registro automático da nova norma de ofertas públicas (Resolução CVM 160), sendo que 35% dos recursos levantados foram destinados para refinanciamento de passivo, com relação a debêntures.

Uma alternativa eficiente que promete continuar competindo com operações estruturadas e debêntures vem tomando cada vez mais espaço nas emissões públicas e privadas, as Notas Comerciais, que representou uma movimentação de R$ 3,3 bilhões no primeiro trimestre, um aumento de 35,2% comparado com o mesmo período do ano anterior.

Esse instrumento moderno representa uma nova alternativa para captação e investimento de eficiência fiscal com a possibilidade de inclusão de garantias reais e representa uma relação direta entre emissor e investidor.

O desenvolvimento do mercado deste título também compete a quem provê infraestrutura, pois é preciso ter em mente que se trata de um negócio em que se pode ganhar muito na escala, mas é preciso ser menos ganancioso a cada operação em termos de custo para viabilizá-lo. Será que a fábrica de artesanato do mercado local, que cobra alto para customizar cada operação, encara este desafio?

A gestão de patrimônio empresarial é uma parte essencial da estratégia de longo prazo de qualquer empresa. Para assegurar o crescimento sustentável e a maximização do valor patrimonial, as finanças corporativas desempenham um papel crucial. Neste artigo, exploraremos como as finanças corporativas influenciam a gestão de patrimônio empresarial e como os assessores de investimentos podem desempenhar um papel vital nesse processo.

Otimização do Capital

Uma das funções fundamentais das finanças corporativas é a otimização do capital. Isso envolve a alocação eficaz de recursos financeiros para projetos e investimentos que oferecem o maior retorno sobre o investimento (ROI). Os assessores de investimentos podem ajudar empresas a avaliar oportunidades de investimento, analisar riscos e tomar decisões informadas sobre a alocação de capital.

Reestruturação Financeira

A reestruturação financeira é outra área-chave das finanças corporativas. Ela envolve a análise e a reorganização das obrigações financeiras de uma empresa para melhorar sua saúde financeira. Isso pode incluir a renegociação de dívidas, a venda de ativos não essenciais e a otimização da estrutura de capital. Assessores de investimentos podem desempenhar um papel importante na orientação de empresas através desses processos para melhorar sua saúde financeira.

Estratégias de Fusões e Aquisições (M&A)

As estratégias de fusões e aquisições são frequentemente utilizadas pelas empresas para expandir, diversificar e criar sinergias. Isso envolve aquisições de outras empresas ou fusões com concorrentes. Assessores de investimentos podem ajudar a avaliar oportunidades de M&A, conduzir due diligence financeira e estruturar acordos que beneficiem a empresa e seus acionistas.

Investimentos no Mercado de Capitais e Renda Fixa

Além das estratégias mencionadas, as finanças corporativas também abrangem investimentos no mercado de capitais e em instrumentos de renda fixa. Empresas podem considerar a emissão de ações para captação de recursos ou a alocação em títulos de renda fixa para preservação de capital. Os assessores de investimentos podem fornecer orientações precisas sobre como criar portfólios que equilibrem efetivamente essas estratégias.

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A Importância dos Assessores de Investimentos

Os assessores de investimentos desempenham um papel crucial na gestão de patrimônio empresarial. Eles trazem expertise financeira, conhecimento de mercado e experiência em estratégias de investimento. Seu papel inclui:

  • Identificar oportunidades de investimento alinhadas com os objetivos financeiros da empresa.
  • Avaliar riscos e recompensas de diferentes estratégias financeiras.
  • Ajudar na alocação de ativos para otimizar o retorno sobre o investimento.
  • Auxiliar na gestão de portfólio e na diversificação de ativos.
  • Fornecer orientação em reestruturação financeira e estratégias de M&A.

Em última análise, as finanças corporativas desempenham um papel vital na gestão de patrimônio empresarial, influenciando diretamente o crescimento e a estabilidade financeira de uma empresa. Os assessores de investimentos capacitados desempenham um papel fundamental ao orientar as empresas através das complexidades das finanças corporativas, garantindo que seus clientes PJ alcancem seus objetivos financeiros e maximizem o valor patrimonial a longo prazo.

Lembre-se de que cada empresa é única, e as estratégias de finanças corporativas devem ser adaptadas às suas necessidades específicas e objetivos financeiros.

Até então, o mercado de capitais se mantém acostumado com um processo operacional exaustivo para a emissão e depósito de valores mobiliários, sendo majoritariamente, feito via e-mail. Esse desconforto foi ponto de partida para a busca de soluções com objetivo de simplificar as relações entre empresas e investidores por meio de uma infraestrutura digital eficiente.

O Fast Track da Laqus é a solução perfeita para profissionais de fundos de investimento que buscam eficiência operacional e segurança nas operações, em conformidade com o novo marco regulatório dos fundos de investimento da Resolução CVM 175. A plataforma integrada agiliza o processo de emissão de valores mobiliários, principalmente de notas comerciais, oferecendo funcionalidades únicas.

Até então, o processo operacional para emissão de valores mobiliários era exaustivo, feito por e-mail na maioria das vezes, podendo levar vários dias. Com o Fast Track da Laqus, é necessário apenas uma hora.

Agilidade nas emissões

Cadastro único que preenche automaticamente as variáveis de cada modelo de minuta disponível na plataforma: Garantia Fidejussória, Sem Garantia (“Clean”) ou Garantia de Instrumento Apartado.

Simulação do fluxo de pagamento

Visualização o fluxo de pagamento antes de gerar os documentos do instrumento financeiro.

Envio automático para a assinatura dos participantes

Eliminação do trabalho manual de inclusão dos documentos da minuta e dos assinantes. Com o Fast Track, o envio é automático.

Envio automático para a Central Depositária da Laqus

Após a assinatura de todos os participantes, a nota comercial é depositada automaticamente na Central Depositária, eliminando etapas de cadastro.

Acompanhamento em Tempo Real

Consulte o status das emissões, desde a criação até a liquidação da nota.

Atualizações regulatórias

É fundamental estar atualizado sobre as regulamentações recentes da CVM. De acordo com a Resolução CVM 175, o depósito em uma central depositária de valores mobiliários garante o registro, liquidação e custódia, dispensando a necessidade de um registro exclusivo. Já um ativo financeiro pode ser apenas registrado, sem liquidação e custódia.

A Laqus, como central depositária de valores mobiliários, desempenha um papel fundamental na infraestrutura para emissões no mercado financeiro, garantindo eficiência e segurança nas operações. Compreender os principais atores, o fluxo operacional e as regulamentações, é essencial para profissionais do mercado financeiro que desejam navegar com sucesso nesse ambiente dinâmico e desafiador.

Ficou interessado no Fast Track da Laqus? Clique aqui e entenda como elevar sua eficiência operacional nas emissões no mercado de capitais.

No mundo dos investimentos empresariais, maximizar o retorno e reduzir custos é essencial para o sucesso financeiro de qualquer organização. Uma estratégia que ganhou destaque nos últimos anos é a substituição de mútuo (intercompany) pela Nota Comercial. Essa abordagem tem se mostrado uma alternativa eficaz para empresas que buscam economizar em IOF Crédito nas operações e otimizar seus investimentos. Neste artigo, exploraremos o que são contratos de mútuo, para que eles servem, os custos e impostos envolvidos, e como a Nota Comercial pode ser uma solução inteligente para grupos empresariais. Além disso, discutiremos como assessores de investimentos podem auxiliar seus clientes Corporate (Pessoa Jurídica) neste processo.

O que são contratos de mútuo (intercompany)?

Os contratos de mútuo, também conhecidos como empréstimos intercompany, são transações financeiras entre empresas dentro do mesmo grupo empresarial. Esses contratos podem servir para diversas finalidades, como financiar operações de uma subsidiária, gerenciar fluxo de caixa ou otimizar a tributação.

Para que servem os contratos de mútuo (intercompany)?

Esses contratos são frequentemente utilizados por grupos empresariais (holdings) para movimentar recursos financeiros entre as empresas do mesmo grupo econômico. Eles podem ajudar a empresa a atender suas necessidades de financiamento ou alocar recursos de maneira estratégica.

Custos e impostos dos contratos de mútuo (intercompany)

Embora os contratos de mútuo (intercompany) ofereçam benefícios em termos de flexibilidade e controle, eles podem acarretar custos e impostos. Por exemplo, o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) de Crédito, que é aplicado em empréstimos intercompany, e a taxa pode variar de acordo com o prazo da operação, diferentemente da solução que apresentaremos a seguir, a Nota Comercial.

A Solução: Nota Comercial

Uma alternativa eficaz aos contratos de mútuo (intercompany) é a Nota Comercial. A Nota Comercial é um instrumento financeiro que permite a transferência de recursos entre empresas de forma simples e econômica. Uma das principais vantagens da Nota Comercial é a economia de IOF Crédito, já que essa transação é isenta desse imposto, o que pode representar uma economia significativa para empresas envolvidas em operações intercompany.

Como Assessores de Investimentos podem ajudar

Com base nas resoluções da CVM 178 e 179, os Assessores de Investimentos têm um papel fundamental ao orientar investimentos para seus clientes Corporate, especialmente grupos empresariais, na otimização de suas estratégias financeiras. Ao considerar a substituição de contratos de mútuo (intercompany) pela Nota Comercial, os assessores podem:

Analisar a Situação Atual: Avaliar a situação financeira da empresa-cliente e identificar oportunidades de economia e otimização.

Educar sobre a Nota Comercial: Explicar os benefícios da Nota Comercial em termos de economia de IOF Crédito e simplicidade.

Execução e Gestão: Auxiliar na execução da Nota Comercial e monitorar as transações para garantir conformidade e eficiência.

Acompanhamento Contínuo: Fornecer suporte contínuo para garantir que a estratégia continue atendendo aos objetivos financeiros da empresa.

Bonificação para o Assessor: No Programa de Parcerias da Laqus voltado para Assessores de Investimentos, após indicar o seu cliente e ter o sucesso da operação, o Assessor é remunerado pela Laqus de acordo com o volume da operação e o fee gerado. Toda evolução comercial é realizada pela Laqus, que também irá auxiliar em estratégias de marketing, se necessário. Dessa forma, os clientes são auxiliados com os benefícios da Nota Comercial e o Assessor é remunerado por isso.

A substituição de mútuo (intercompany) pela Nota Comercial é uma estratégia inteligente para empresas que buscam economizar em impostos e otimizar seus investimentos. Assessores de Investimentos desempenham um papel determinante ao orientar seus clientes Corporate, principalmente grupos empresariais, nesse processo.

Se você deseja obter mais informações sobre como a Laqus pode apoiar suas estratégias de investimento empresarial, confira nosso Programa de Parcerias para Assessores de Investimentos.

Maximize seus investimentos, economize em impostos e alcance o sucesso financeiro com a estratégia certa.

O mercado de capitais desempenha um papel essencial na economia, possibilitando o financiamento de empresas e estimulando o crescimento econômico do país. Neste artigo, exploraremos os principais aspectos do mercado de capitais e a relevância da Laqus como central depositária de valores mobiliários. Além disso, discutiremos quem são os principais atores desse mercado, o passo a passo de uma emissão de valor mobiliário e as implicações das recentes regulamentações da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Vale ressaltar que o mercado de capitais desempenha um papel crucial na economia, facilitando a captação de recursos pelas empresas por meio da emissão de ações, notas comerciais, debêntures e certificados de recebíveis. Esses recursos são utilizados para financiar a produção, a comercialização e o consumo, promovendo o crescimento econômico do país.

Qual o papel de cada ator no mercado de capitais?

No mercado de capitais, diversos atores desempenham papéis cruciais para garantir a segurança e a eficiência das operações:

Custodiante

Os prestadores de serviço de custódia de valores mobiliários, conhecidos como custodiantes, atuam como intermediários entre os investidores e o depositário central. Eles mantêm os ativos em contas registradas em nome dos investidores, garantindo a segurança e a administração adequada dos ativos.

Escriturador

Responsável pelo controle da titularidade, movimentações e exercício de direitos dos investidores, o escriturador mantém uma conta individualizada em nome do investidor, chamada de conta de valores mobiliários.

Central Depositária

A central depositária de valores mobiliários é responsável por controlar os registros escriturais da dívida em nome dos investidores finais e manter informações cadastrais atualizadas. Ela desempenha um papel fundamental na infraestrutura para emissões no mercado financeiro, trabalhando em conjunto com os custodiantes. Apenas uma depositária central de valores mobiliários autorizada pela CVM, como a Laqus, pode realizar o depósito de valores mobiliários. É importante reforçar que o depósito em uma central depositária garante o registro, liquidação e custódia, dispensando a necessidade de um registro exclusivo.

Este já foi tema de um de nossos artigos do blog, onde você pode entender detalhadamente a diferença entre registro e depósito. Esse depósito é obrigatório para bancos e fundos de investimentos. É importante ressaltar que as registradoras reguladas pelo Banco Central (Bacen) não têm competência regulatória para o registro de valores mobiliários, apenas de ativos financeiros.

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O ano não acabou e ainda promete trazer desafios e oportunidades únicas para o mercado financeiro. Para Assessores de Investimentos que atendem ao público Corporate (pessoa jurídica), estar preparado para orientar empresas em busca de rentabilidade é fundamental. Neste artigo, exploraremos as três principais estratégias que os Assessores podem considerar para ajudar seus clientes a rentabilizar mais ainda neste ano ou se preparar para o próximo.

 

Diversificação Inteligente de Carteira

A diversificação de carteira é uma estratégia fundamental para mitigar riscos e buscar retornos consistentes. Para empresas, essa abordagem pode ser ainda mais crucial, considerando a necessidade de proteger o capital e alcançar metas financeiras de longo prazo. Assessores de Investimentos podem ajudar as empresas a diversificar de forma inteligente, considerando:

Diversificação de Ativos: Recomendar uma combinação de classes de ativos, como ações, títulos, fundos imobiliários e investimentos alternativos, de acordo com as metas e o perfil de risco da empresa.

Diversificação Setorial: Orientar as empresas a investir em diferentes setores da economia para reduzir a exposição a flutuações em um único setor.

Investimentos Internacionais: Explorar oportunidades de investimento no exterior para aumentar a diversificação geográfica e acessar mercados globais.

Estratégias Fiscais Inteligentes

A otimização fiscal é um aspecto crítico dos investimentos para empresas. Assessores de investimentos podem ajudar a identificar estratégias fiscais inteligentes, como:

Planejamento Tributário: Avaliar o perfil fiscal da empresa e buscar estratégias para reduzir a carga tributária de acordo com a legislação vigente.

Produtos com Benefícios Fiscais: Recomendar produtos de investimento que ofereçam benefícios fiscais específicos, como investimentos em previdência privada empresarial.

Estratégias de Saída Eficientes: Planejar a saída de investimentos de forma a minimizar os impactos fiscais e maximizar os ganhos líquidos.

Investimentos em Renda Fixa Corporativa e Alternativos

Em 2023, considerando as taxas de juros e a volatilidade do mercado, as empresas podem explorar oportunidades em investimentos em renda fixa corporativa e alternativos:

Notas Comerciais e CR (Cédula de Crédito): Esses instrumentos de dívida podem oferecer taxas atrativas para empresas ou até mesmo a isenção de taxas, fornecendo capital de giro ou financiando projetos de expansão.

Substituição de Mútuos (intercompany): Assessores podem sugerir essa estratégia em substituir os tradicionais contratos de mútuo (intercompany) pela Nota Comercial, e com isso gerar uma grande economia, já que diferentemente do mútuo, a Nota Comercial possui isenção de IOF de crédito.

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Fundos de Investimento Especializados: Explorar fundos de investimento que se concentram em investimentos corporativos e alternativos pode ser uma maneira de diversificar e buscar retornos mais elevados.

Hora de superar as expectativas!

A busca por rentabilidade no mercado financeiro é uma prioridade para muitas empresas. Assessores de investimentos desempenham um papel fundamental ao orientar seus clientes PJ por meio de estratégias inteligentes de diversificação, otimização fiscal e seleção de investimentos adequados. A combinação dessas três principais estratégias pode ajudar as empresas a rentabilizarem muito neste ano e alcançar seus objetivos financeiros de forma segura e eficaz. Lembre-se de que é importante adaptar essas estratégias de acordo com o perfil de risco e as necessidades específicas de cada empresa-cliente.

O mundo dos investimentos é dinâmico e em constante evolução. Para assessores de investimentos experientes, estar atualizado é essencial para tomar decisões informadas e manter seus clientes satisfeitos. Uma das melhores maneiras de se manter atualizado é acessar regularmente sites especializados que fornecem notícias, análises e gráficos sobre o mercado financeiro. Neste artigo, apresentaremos os 5 principais sites e portais para você ficar por dentro!

 

  1. bloomberg.com / Infomoney – Notícias Financeiras em Tempo Real

Um dos pilares da tomada de decisões de investimento é estar atualizado com as últimas notícias financeiras. O bloomberg (bloomberg.com) oferece notícias em tempo real sobre os mercados globais, economia e empresas. Um dos queridinhos do mercado financeiro para ficar por dentro de eventos que afetam a economia global.

Uma opção brasileira de portal de notícias do mercado financeiro é o infomoney (www.infomoney.com.br), que também é super completo e atualizado com tudo que você precisa saber para se manter informado.

 

  1. Suno Research – Análises de Especialistas

A Suno Research (www.suno.com.br/research) oferece relatórios e análises detalhadas de empresas e ativos do mercado financeiro brasileiro. Embora seja uma fonte útil para investidores individuais, suas análises podem ser valiosas para assessores que atendem empresas.

 

  1. investing.com – Gráficos e Análise Técnica

A análise técnica desempenha um papel crucial na avaliação de ativos financeiros. O Investing.com (br.investing.com) oferece uma variedade de gráficos interativos, indicadores técnicos e ferramentas de análise que permitem que assessores, por exemplo, visualizem tendências de preços e identifiquem pontos de entrada e saída em suas estratégias de investimento.

 

  1. Yahoo Finance – Dados de Mercado e Estatísticas

Acesso a dados de mercado confiáveis é fundamental. O Yahoo Finance (finance.yahoo.com) é uma fonte confiável que fornece uma ampla gama de informações, incluindo cotações em tempo real, volumes de negociação, relatórios financeiros das empresas e muito mais. Isso permite que os assessores avaliem o desempenho de ativos e tomem decisões baseadas em dados sólidos.

 

  1. Laqus Search – O Google do Mercado de Capitais

O Laqus Search (search.laqus.com.br) é a única ferramenta disponível no mercado que compila todas as informações referentes às ofertas públicas de valores mobiliários registradas na CVM. Uma ferramenta gratuita e intuitiva que permite o usuário pesquisar informações sobre valores mobiliários diretamente do navegador do computador ou do próprio celular.

 

[EXTRA] Lanterna na Proa by Laqus

Lanterna na Proa” (mkt.laqus.com.br/lanterna-na-proa-dashboard) é o nome do editorial que mantém você atualizado sobre as principais novidades do mercado financeiro nacional e internacional, através de um dashboard interativo com análises sobre o cenário macroeconômico e com base em dados para promover decisões imparciais, orientativas e ágeis.


Manter-se atualizado no mercado financeiro é fundamental para o sucesso de um assessor de investimentos. Os sites listados nesse artigo oferecem uma riqueza de informações, análises e ferramentas para ajudar os assessores a tomar decisões informadas e aprimorar suas habilidades. Vale a pena lembrar que a qualidade da informação e a confiabilidade dos sites são fundamentais para utilizá-los como fontes de pesquisa. Aplicando esses recursos em sua rotina, os assessores de investimentos podem se atualizar e se destacar no mercado financeiro.